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Bem vindo ao The Vampire Diaries Universe, um rpg baseado na série famosa tanto nos Estados Unidos como no Mundo, venha encontrar-se com este mundo magnífico e monstruoso que existe em Mystic Falls e no Mundo!

Fichas de Personagem (Nicholas W. Hastings)

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Fichas de Personagem (Nicholas W. Hastings)

Mensagem por The Master em Sab Dez 14, 2013 1:30 am




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Nicolas W. Hastings

Nome: Nicholas W. Hastings
PhotoPlayer: Chace Crawford
Idade: 17 anos
Nacionalidade: Americano
Raça: Bruxo
Linhagem: Walcott
Ocupação: Estudo
Família: Walcott

DescriçãoPisicologica


Nicholas é um mago extremamente sensitivo, seu poder de absorvição é tão grande que o impede de conseguir suportar lugares com energias pesadas, que possa lhe fazer mal de algum modo. Enquanto na Itália, ele era um menino gentil, alegre, amigável, fiel e altruísta, porem quando veio para Mystic Falls isso começou a mudar, ele esta se tornando cada vez menos bom e mais maligno.
Porém isto não se dá por uma má índole ou desejo de ver a dor, e sim pelo sua sensitividade, que absorve tanto as energias ao redor que acaba mudando sua personalidade. Porem com tudo o que tem acontecido, a cidade cada vez mais, está cheia de pessoas más intencionadas, ate quando a mente do mago aguentará essas mudanças?

História doPersonagem


Toda história dos Walcott começou em Salem, Massachusetts. O ano era 1692 e, por incrível que pareça, toda a condenação de morte de várias pessoas deu-se devido ao comportamento estranho de duas garotas com menos de doze anos, Elizabeth Parris e Abigail Willams. Elas começaram a exibir tais comportamentos, como blasfêmias, gritos, ataques apoplécticos convulsivos, estados de transe etc. Logo outras meninas de Salem começaram a demonstrar comportamento semelhante e, incapazes de determinar qualquer causa física para os sintomas e comportamentos, os médicos concluíram que as meninas estavam sob influência de Satanás. Pouco tempo depois, iniciou-se uma corrida em busca de bruxas adoradoras do demônio. Algumas famílias de Salem tiveram medo quando a caça às bruxas começou, porque algumas mulheres acusadas de bruxaria não passavam de pessoas com apenas dotes curadouros através de tratamento com ervas. Outras, por serem atrativas demais e foram acusadas sob a pena de enfeitiçar homens de família e atrai-los para os seus braços maléficos. Mas o medo da bruxaria, que durou cerca de um ano, espalhou um caos pela Vila de Salem. Vinte pessoas, na sua maior parte mulheres, foram declaradas culpadas de realizar bruxaria e, com isto, foram executadas. Um dos homens, Giles Corey, morreu de acordo com o bárbaro costume medieval de ser comprimido por rochas em uma tábua sobre seu corpo até morrer, levando ao total 3 dias. O desespero era enorme e com isto, algumas famílias deixaram Salem e todo o seu caos para trás. Angelique Walcott, John Walcott, Pietro Walcott, Peter Walcott e Connie Walcott deixaram a Vila com medo das execuções. Mas estas famílias, diferente das pessoas inocentes que morreram em Salem, eram realmente bruxas. Conta a historia que o inicio de todo burburinho de bruxaria em Salém começou por causa do filho de Connie Howe, cujo não sabia controlar seus poderes e por tal, desencadeou tais comportamentos nas garotas Elizabeth e Abigail. Peter, filho de Connie, passou a ser vistoriado diariamente para não colocar mais o segredo das famílias em risco. Mais um dia normal, em uma escola normal em um ano normal. Ou então, quase isso. Assim que o sinal tocou anunciando o fim de mais uma maçante semana de aulas o corredor do colégio se encheu de alunos eufóricos. Nicholas passou por todos eles, queria sair logo daquele lugar e ir para a sua casa. Esbarrou em alguns, empurrou outros, tudo que ele queria era ver o tão amado namorado. Ele teve sorte, um incêndio fez com que os policias abrissem um atalho e usassem as ruas vizinhas como suporte para o trânsito engarrafado. Com isso o garoto conseguiu chegar quase uma hora mais cedo da escola. Ele subiu as escadas correndo, e parou na porta para tomar um pouco de fôlego. Se recuperou e abriu a porta, que para sua surpresa estava aberta. Ele conseguia ouvir a voz do namorado, bem fraquinha, o garoto estava com os fones de ouvido bem altos e neles tocavam a sua música favorita. Olhou sorridente para a sala. Existia pendurada uma faixa, escrita: Feliz aniversário de namoro! Nas paredes fotos dos dois juntos: A primeira festa dos dois, o passeio deles no zoológico da cidade, a visita a casa dos pais dele na Itália. Eram muitas lembranças. Ele olhou para a mesa e sorriu mais ainda. O namorado tinha feito um bolo, mas Nicholas sabia que cozinhar não era o forte do companheiro. O bolo estava amassado, como se estivessem sentado nele. A mesa estava suja com o glacê. O apartamento não era grande, tinha uma sala pequena que ficava junto com a cozinha, um corredor pequeno ligava a sala para o quarto e banheiro. Quando chegou na porta do quarto o seu coração gelou. A música parou de tocar, e naquele momento só existiam duas pessoas no mundo, ou melhor, três. Ícaro estava deitado na cama, e sobre ele estava a simpática e bem apessoada vizinha. As roupas estavam caídas ao lado da cama e eles se atracavam como se estivessem lutando. Ela gemia de prazer e levantava a cabeça, enquanto o outro mexia os quadris e fechava os olhos. O garoto continuou parado, olhando aquela cena, sem saber o que fazer. Segundos atrás ele estava animado por comemorar o aniversário de namoro ao lado do cara que ele mais amava na face da Terra, e naquele momento tudo tinha ido pelos ares. Ícaro abriu os olhos, com uma sensação estranha, ele olhou para porta e viu o namorado em estado de choque, ele não perdeu tempo e empurrou a mulher da cama. – Não, não amor. Eu posso explicar, juro que posso – Falou o rapaz se levantando e cobrindo a ereção com um lençol. A mulher rapidamente se colocou de pé, atrás dele, o segurando pelos ombros. – Shhh, deixe ele, vamos terminar o que começamos. Ele a tirou de perto mais uma vez, e caminhou na direção do namorado, este por sua vez deu um passo para trás, ainda de olhos arregalados e com lágrimas começando a brotar, o menino tremia e estava ficando pálido. – E-e-eu não acredito que você fez isso – Gaguejou o menino. Mas a garota não iria se contentar só com destruir o casal da casa ao lado, ela queria mais, mostrar o quanto ela poderia ser melhor, e o quanto ela poderia satisfazer mais o namorado do outro. Assim que Nicholas saiu da porta do quarto e caminhou trêmulo até a sala, e a menina o seguiu enquanto Ícaro se sentava na cama e segurava forte a cabeça, perguntando o que tinha feito. – Você realmente achou que poderia segurar esse homem por muito tempo? – Ela falou apertando o menino pelo braço – Seu homem não ia aguentar muito tempo sem mim, eu só te fiz um favor. Ele me contou que vocês queriam se casar, imagine só, você chegar em casa e dar de cara com ele comendo a empregada. – Ela falava com um sorriso sarcástico no rosto. Mais uma vez o menino não tinha resposta. De repente tudo não fazia mais sentido. A sua vida, os seus planos, tudo tinha sumido em poucos minutos. O menino ficava de cabeça baixa enquanto a mulher fazia uma pose vitoriosa. Naquele momento ela estava quase que satisfeita por completo, só faltava um último detalhe. – Caso não saiba, seu namorado faz um ótimo oral – Ela falou começando a sair do apartamento – Transar sobre o bolo de aniversário de vocês foi maravilhoso, eu conseguia sentir o gosto de glacê nos nossos beijos. – Ela falou por fim na porta, saindo em direção ao corredor comum do prédio. Foram poucos segundos, assim que a mulher sumiu Nico foi tomado por uma fúria imensa, ele poderia ter pegado sua varinha, mas não queria correr o risco de ser expulso de Hogwarts, as aulas iriam começar daqui um mês! A tristeza foi substituída pela raiva, ele cerrou os punhos e se recompôs. Sentiu algo fluindo em seu corpo, algo novo, melhor do que qualquer transa que ele teve, melhor do que qualquer coisa que ele fez na vida. O menino se sentia diferente, não se sentia mais triste, tinha sede de algo novo. De vingança. Ele tentou alcançar a mulher seminua no corredor, mas ela fora mais rápida e entrou no elevador do prédio. Por poucos segundos o menino conseguiu ver, ela mandando um beijo de forma debochada enquanto as portas se fechavam, assim que terminou a sua performance ela pode ver o ódio no rosto do garoto enquanto a única fresta entre os dois sumia. O garoto olhou para o painel digital do elevador, sentindo todo o ódio de ser traído, ser trocado por uma pessoa tão baixa. O painel piscou em resposta as emoções do garoto, ele cerrava as mãos e focava mais a raiva na mulher, daria tudo para que ela sentisse uma dor pior do que a dele. Novamente o painel piscou, e dessa vez as luzes do corredor fizeram o mesmo. A sede de vingança do menino só aumentava, e conforme isso acontecia as luzes piscavam mais. E de repente o prédio tremeu, e um som alto fez todos os moradores abrirem as suas portas para verem o que tinha acontecido. O menino apertava o botão que chamava o elevador com os olhos arregalados, o que ele tinha feito, afinal? Os vizinhos viam o espanto estampado na cara do menino, assim como lágrimas que brotavam sem parar, eles formavam um círculo em volta do garoto que estava pálido, ainda pressionando o botão que chamava o elevador, mas o elevador não veio, porque tinha caído, destruindo a entrada do prédio quase que por completo, e dentro da caixa de metal o corpo de uma mulher, completamente destroçado pela queda.

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